Orientações sobre o vírus H1N1

O primeiro surto do vírus H1N1 aconteceu em 2009 e provocou grande comoção por seu altíssimo potencial de transmissão. Conheça os sintomas, como se prevenir e o tratamento contra a doença.

Nos meses mais frios aumentam os casos de gripes e resfriados. Neste ano, mesmo que o inverno ainda esteja longe de começar, os primeiros casos da gripe conhecida como Influenza A, transmitida pelo vírus H1N1, já apareceram. No Hospital Infantil Sabará (SP), por exemplo, já são 28 crianças confirmadas com o vírus. No ano passado, o mesmo hospital não registrou nenhum caso e, em 2014, foram apenas três confirmados.

É importante entender como o H1N1 pode se disseminar, e é preciso se prevenir:

Gripe é toda infecção causada pelos vírus chamados influenza. O H1N1 é um deles, e faz parte do tipo A. A diferença é que os jovens, que não fazem parte do grupo de risco para a gripe comum, ficam mais suscetíveis a complicações por esse vírus. o H1N1, assim como os demais vírus influenza, sofre mutações constantemente e pode combinar-se com outros vírus.

Vale esclarecer que crianças com menos de 2 anos (especialmente as menores de 6 meses), gestantes, idosos, pessoas com doenças crônicas e as que recebem quimioterapia já são tradicionalmente consideradas do grupo de risco para a gripe comum, bem como para o H1N1.

Isso não quer dizer, no entanto, que terão complicações mais graves só porque foram infectadas por esse vírus especificamente.

Os sintomas do H1N1 são os mesmos da gripe comum. O H1N1 pode levar ainda, ao prejuízo na oxigenação do pulmão e de outros órgãos. Isso faz com que exista maior risco de o paciente necessitar de internação.

O diagnóstico da infecção por H1N1 é feito apenas com a realização de exames laboratoriais e o resultado sai em algumas horas. As vacinas contra a gripe comum – tanto a tetravalente quanto a trivalente – imunizam contra o H1N1. Fora a imunização, o melhor jeito de impedir que o vírus se propague é fazendo a higiene das mãos com frequência com água e sabão ou álcool gel.

Mulheres grávidas que estejam com suspeita de gripe devem procurar um médico o mais rápido possível, para que recebam a medicação adequada no máximo 72 horas após o aparecimento dos primeiros sintomas.

Fonte: Unibem

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